No resgate da cultura humana a referência é a luz

Continuação




Continuaremos a ideia proposta na edição anterior onde procuro levar a reflexão sobre a luz que queremos ter, ser primeiro, a luz que devemos ser.

Muitos, ditos conservadores, têm tentado trazer o espírito revolucionário como um meio de solucionar nossos problemas atuais, porém, há que sabermos que as revoluções nunca resolveram problemas sociopolíticos, e sim, causaram um grande estrago na pouca ordem que deveria ser estabelecida antes de qualquer de tentativa de trazer algo novo e melhor.

Penso que concordamos que se trouxéssemos apenas pouco de ordem, primeiro em nós e depois na sociedade, teríamos um grande número de nossos problemas resolvidos, pois como em qualquer ambiente, nunca devemos nos propor a fazer cumprir sua função sem antes organizarmos e promover que cada um saiba seu papel.

Lembro que os cidadãos se quer sabem qual seu papel, pois pensam que é apenas votar e depois cobrar seus representantes.

Para além disso, temos que ter bem clara nossa posição, por exemplo: Cada um de nós deveria antes mesmo de discutir política, deveríamos estudar e fazer política, seja ela partidária, de mandato ou mesmo de gabinete.

Por esse motivo, esta revista, como veículo de ascensão cultural, disponibiliza um brilhante caderno chamado: Direito nas escolas, que tem como finalidade trazer noções de direito aos jovens para que se enriqueçam a respeito de seus direitos e deveres, mas não há ali a adesão que gostaríamos de ver, porém sabemos o valor da mensagem e dia a dia, vamos levando essa luz tão necessária e que em algum momento será notada e poderá ser um instrumento poderoso no resgate cultural dos nossos jovens. Estamos trabalhando em livros, revistas, dicas culturais e até mesmo nos aproximando da trilha da política para qualificarmos estes espaços que outrora deixamos livres e então, os mal-intencionados os usassem para propósitos nada humanos.

Nós conservadores sabemos que não será fácil e nem rápido o resgate que desejamos, mas com convicção, constância e firmeza de propósito, chegaremos lá, se não nós, nossos filhos, netos, bisnetos, em fim, não é sobre quem vai usufruir de um mundo novo e melhor e sim, sobre promovê-lo para que numa corrente inquebrável os que virão e os nossos estarão entre eles possam estar inseridos nele. Não é sobre pessoas, mas sobre ideias, e são elas que no fazem vibrar cada vez mais; a cada momento que conseguimos encaixar mais uma pedra desse quebra cabeças.

Hoje mais que ontem já conseguimos ver a imagem que tanto importa para nós direcionar e animar em direção ao nosso alvo: Um mundo novo e melhor.

Por tanto, não devemos esmorecer e muito menos desistir, para tanto, tenhamos essa ideia, não fora, mas dentro de nós para que onde quer que vamos, levemos esta experiência aos outros. Que Deus abençoe nossa jornada!